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segunda-feira, 13 de junho de 2016

BUENOS AIRES - Recoleta e San Telmo.

Sábado a gente já tinha reservado para conhecer a famosa feira de artesanatos da Recoleta. Ela fica na praça Francia, bem próximo ao cemitério da Recoleta, outro ponto turístico; Começamos pelo o cemitério.
Lá estão os restos mortais de personalidades famosas. Confesso que achei meio medonho conhecer o cemitério, mas nos garantiram que valeria a pena. E lá fomos nós.

O tal cemitério é simplesmente um cemitério hahahaha, tem muitas obras de artes e é considerado um museu a céu aberto mas continua sendo um cemitério... o que achei interessante, é que os túmulos são em formatos de casas, alguns com "portas" de vidro, possibilitando enxergar o caixão lá dentro, meio estranho, eu sei hahahah.

Um dos túmulos mais visitado é da atriz e líder política da Argentina, Eva Perón, também conhecida como Evita. Tem fila para tirar foto no túmulo dela. Achei meio desnecessário, mas...

Bem ao lado do cemitério, fica a igrejinha da Nossa Senhora del Pilar, demos uma passadinha para agradecer a Deus e seguimos para a famosa feirinha.

 É uma típica feira de artesanato, tem muita bijuteria, muita coisa em prata,  pedras naturais da Argentina, muita bolsa, muito artesanato. Perdemos (ou melhor, ganhamos rs) algumas horas por ali e depois resolvemos conhecer a famosa Floralis Genérica, aquele monumento de alumínio em formato de  flor.

A escultura está localizada em um parque, porém a mesma estava em obra, eles a isolaram, nos impedindo de chegar perto dela. Havia lido na internet que a característica principal dela era o sistema elétrico, que permitia o abrir e fechar automático das pétalas (olha que show). Por exemplo, pela manhã a flor se abre e ao entardecer, ela se fecha. Achei a ideia genial, pena que não podemos vê-la em funcionamento. Uma próxima vez, quem sabe.

No meio do caminho da volta, passamos pela a faculdade de direito, achei o prédio lindíssimo.
Por ali, você encontra vários museus, mas como o tempo estava contado, abrimos mão.
Saindo da Recoleta, seguimos a pé mesmo até a famosa livraria El Ateneo.

Para mim, a livraria Ateneo é um dos lugares mais bonitos da cidade, passeio obrigatório para os amantes de arte e livros. Ela é considerada a livraria com maior quantidade e variedades de livros em estoque.
No espaço ficava o famoso Teatro Glan Splendid, que fechou e então alugaram para abrir a filial da rede de livrarias mais tradicional de Buenos Aires. O lugar é magnifico, eles manteram a cúpula, varandas e cortinas, tudo original. É muito mágico. O mais legal é que as pessoas podem sentar nas cadeiras superconfortáveis e ler qualquer livro, sem compromisso.

Também existe um espaço onde fica o bar/café com um piano; Sim, demais. Almoçamos por ali mesmo, passaria horas e horas só admirando aquele lugar. Sem palavras...


No domingo, deixamos o dia para irmos na feirinha de San Telmo que fica bem pertinho da Plaza del Mayo; A feira toma conta de uma avenida inteira; são varias banquinhas com muito artesanato e souvenir.
Andamos quase ela toda (é muito grande) e paramos  na esquina mais famosa de San Telmo para tirar foto com a estátua da Malfada, ela fica em frente a casa do cartunista que a criou.  Por ai, você encontra inúmeras lembrancinhas da Mafalda, camisetas, chaveiros, isqueiros, canecas, etc.

Depois da feirinha, seguimos para comprar os últimos vinhos, chocolates, doce de leite para empacotar na mala e ficarmos prontas para despedida de Buenos Aires na segunda-feira.

na segunda pela manhã, acordamo bem cedo e resolvemos tomar nosso último café em uma cafeteria típica da cidade. Nossas ultimas mediaslunas (ai que delícia), depois check out no hostel e seguimos para o aeroporto, ambas nostálgicas e com vontade de ficar mais um pouquim...

Que delícinha de cidade, que viagem gostosa. Cheguei cheia de pré conceitos sobre eles e voltei uma amante da Argetina.

Adiós, Buenos Aires! Yo voy a regresa luego, por supuesto :)

estava tendo um festival, acho que do Perú


Cemitério da Recoleta

tinham vários gatos no cemitério #medo




olha o que eu tinha falado, a tal porta de vidro e lá dentro os caixões 

o túmula da Evita e família

mais um gato

olha esse, era o túmulo de uma menina, os país fizeram a estátua dela e do cachorro, não lembro direito, mas acho que o cachorro morreu no mesmo dia que ela...

mais um... rs

lendo as estórias dos mortos #medo2

olha esse que medonho...

a tal da igrejinha


o comecinho da feirinha

a famosa Floralis Genérica, toda isolada =/






o prédio da faculdade de direito, me lembra Atenas, Grécia.

Sim, isso é uma livraria


descartem a cara de cansada

olha que linda

Feirinha de San Telmo

Mafaldinha e sua turma





Dia lindo, plaza del Mayo

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Buenos Aires - Parte 3 - La Boca.

Assim que o taxista parou na esquina de uma espécie de bar, pude ver bem na minha frente o estádio mais famoso da Argentina, La Bombonera.

Eu não sou uma fanática por futebol, mas assisto alguns jogos, as vezes acompanho resultados e como boa palmeirense adoro cornetar os rivais hahahaha.

Bom, o nosso roteiro era bem simples, chegar comprar o ingresso para o museu e seguir para o Carminito, mas, chegando lá, além do ingresso para visitar o acervo do museu de la Pasión Boquense , também compramos o ticket para fazer o tour guiado dentro no estádio. uhulll!

O museu  La Pasión Boquense é grandiosamente rico em história e material, eles têm um acervo bem interessante de fotos, camisas, troféus....  para quem gosta de futebol é o gol de placa inteiro, sem dúvidas! rs

Depois do museu, seguimos para o tour dentro do estádio, o guia conta toda história do clube desde o início, as vistórias históricas, as curiosidades e claro que o Dieguito Maradona tem participação impar em tudo isso. ahahahahah

Visitamos praticamento todos os pontos principais, inclusive o vestiário, sala de imprensa, etc. No final, você tem a opção de tirar foto com a taça da libertadores, eu não resisti, apesar do preço salgado por uma única fotinha rs

Saindo do La Bombonera, andando pelas ruas, confesso que fiquei meio apreensiva, o bairro é bem humilde, não se vê muita gente pelas ruas e quando parei uma senhora para perguntar se estávamos no caminho certo, ela se assustou, mas nos deu a informação e orientou para que tomássemos cuidado porque ali não era uma área segura, no mesmo instante, um outro rapaz passou por nós e começou a brigar com a senhora, dizendo que ela não deveria ter dito aquilo para a gente, que o bairro era seguro sim hahahahahahaha vai entender!

Depois de alguns minutos, lá estava ela, El Carminito, impossível não reconhecer todo aquele colorido. Ali, o clima já era bem diferente, ouvia-se música por todo lado, via-se muitas banquinhas de souvenir tentando chamar atenção da clientela e mais abaixo, as famosas casinhas coloridas, que eram casas típicas dos imigrantes italianos e foram pintadas em várias cores porque os imigrantes usaram a tinta que sobrava nas oficinas do porto.... Na minha humilde opinião, ficaram super charmosas. rs

Andamos um pouco pelas ruas, paramos em algumas das milhares de lojas, e seguimos para a famosa e despretensiosa loja da Havana (ela fica num ponto bem estratégico rs), fizemos nossas comprinhas hahahah assim como em outras galerias de artes/souvernirs e paramos em um restaurante italiano (amor maior); Nossa mesa era na parte externa e enquanto a gente almoçava, um showzinho de tango bem particular acontecia bem na nossa frente, Ôh sorte!
Poderia ficar ali por horas, comendo, observando, apreciando, que delicinha que é esse tal de Carminito viu! Que riqueza singular, que cultura distinta. Amei, amei, amei!!!!

E a minha impressão de La Boca foi: Acho que o bairro é realmente especial por aglomerar tanta cultura, música e futebol em um espaço tão pequeno. É uma experiência impar.
Me senti, por um momento, fora de Buenos Aires... e que engraçado, uma mesma cidade com bairros de características tão peculiares.
Super recomendo, mas também passaria as mesmas orientações que me passaram, tome cuidado, não leve nada de muito valor, fique atenta.. De resto, é só aproveitar! ;)


Dentro do museu



Forlanzinho





esse é o miguel, ele trabalhava no museu, falava português super bem, era super simpático, cantava michel teló e fazia piadinhas contra o "cúrinthians", tem como não amar? hahaha




Visita guiada


El Carminito :)


A loja da Havana bem centralizada rs
  



Somewhere in Carminito...

O showzinho de tango enquanto a gente almoçava...

Melhor fettuccine de molho rosé da vida s2

Ôhh sorteeee!!! 

Um videozinho do show de tango...